No episódio “The Cooper-Hofstadter Polarization”, da impagável sitcom “The Big Bang Theory” os geeks estão reunidos, agitados, testando um experimento, onde roteiam um sinal TCP/IP em volta da Terra, passando por um monte de países até um computador comandando um relé, que acende e apaga um abajur na sala onde estão.
Penny, a vizinha “normal” não entende o motivo. Essa é a grande diferença entre geeks e gente normal. Geeks fazem as coisas para ver se é possível, e com isso acabam avançando o conhecimento, a tecnologia ou pelo menos se divertindo.
Agora um sujeito chamado Justin Wickett chegou quase lá.
Usando um programa no notebook para monitorar sua conta no Twitter, mais um sistema de automação doméstica, mais um celular montou uma gambiarra onde envia um SMS para o Twitter, reconhece o comando “bedroom light on” (ou off) e acende ou apaga a luz do quarto.
A sério, até tem um vídeo:
Control Lights with Twitter from Justin Wickett on Vimeo.
Inútil? Sim. Trabalhoso? Sim. Digno de vários pontos na escala geek? Com certeza.Fonte: Crunchgear
Criação do Friend Connect é visto como uma medida inteligente por analista. A aposta do motor de pesquisa na área das aplicações de Web sociais surge numa altura em que as redes sociais MySpace e Facebook apresentaram ferramentas que permitem aos seus membros colocar os perfis e aplicações pessoais noutras páginas, nota a BBC.
De acordo com as palavras do director de engenharia do Google, David Glazer, «muitos sites não são explicitamente sociais e não querem necessariamente ser redes sociais, mas acabam por beneficiar devido ao facto de permitirem que os seus visitantes possam interagir entre si».
Em declarações à BBC, uma analista da Forrester, Charlene Li, defende que «o Google está a seguir o momento de tudo o que é social, mas acrescentando uma perspectiva diferente, não sendo a fonte da informação ou o dono de uma rede social, mas permitindo que alguém crie uma».
A base desta aplicação é a plataforma Open Social que permite a programadores externos ao Google criarem aplicações sociais.
Segundo o Google o Friend Connect vai permitir a qualquer pessoa que tenha um site incluir um código específico que vai acrescentar várias funcionalidades de Web social à página.
David Glazer considera que nos próximos tempos «as redes sociais se vão tornar mais generalizadas».
«Costumavam ser controladas, mas agora vão ser abertas e suportadas na infra-estrutura da Internet, [e] não apenas num site ou fonte», sublinhou.
Para Charlene Li está é uma «medida inteligente do Google que está a tentar assumir o papel do secretário-geral da ONU, ao fazer com que toda a gente se dê bem, colocando os dados onde os utilizadores querem e participa em standards abertos».
«Temos de nos lembrar que o Google não faz nada sem pensar muito no assunto, não apenas sobre como pode beneficiar uma grande comunidade, mas como pode beneficiar o Google», concluiu, sem deixar de referir o facto de 99 por cento dos sites actuais não terem funções sociais, o que representa uma enorme oportunidade de mercado para o Friend Connect.
Fonte: Sol
O Friend Connect é uma ferramenta do Google que permite integrar uma rede social facilmente em qualquer página da Internet.
A grande vantagem desta ferramenta é oferecer o código necessário para criar sistemas de login e de fóruns, sem que o utilizador tenha de ter um conhecimento profundo de programação, noticia a PC Pro.A possibilidade de login foi criada com o OpenID, o que permite aos utilizadores do Yahoo! e da AOL entrarem sem terem de criar um novo perfil. As restantes aplicações do Friend Connect também foram desenhadas código livre para encorajar os programadores a criarem novas ferramentas.
O programa ainda está em fase de testes, com o Google a aceitar um número restrito de utilizadores. O Friend Connect é anunciado alguns dias depois do MySpace e do Facebook terem anunciado sistemas semelhantes.
fonte: exame informática
Foi publicado um draft do HTML 5. Embora a versão final da especificação só deva ser publicada em 2010, o draft agora publicado pelo World Wide Web Consortium já permite perceber aquelas que serão as principais novidades a introduzir na linguagem de programação Web, que não recebe um upgrade significativo desde 1997.
As novas funcionalidades incluem APIs para desenhar gráficos bidimensionais, embutir e controlar conteúdos áudio e vídeo permitir aos utilizadores a edição de documentos e partes de documentos interactivamente.
Entre os principais objectivos da especificação HTML 5 estão melhorias ao nível da interoperabilidade e redução dos custos de software, o que se espera seja possível através de uma especificação que forneça normas mais claras para o manuseamento de documentos em HTML e para a recuperação de erros.
O grupo de trabalho que tem estado a desenvolver a nova especificação inclui cerca de 500 participantes, onde se encontram muitos dos grandes nomes da indústria das TI, telecomunicações e Internet.
O ponto de partida do trabalho de desenvolvimento foi a criação de uma norma aberta e sem royalties para os conteúdos e aplicações web.
O SearchScan, ainda em versão beta foi construído com base no SiteAdvisor da McAfee e avisa os utilizadores do Yahoo! quando estão a visitar sites perigosos.
Um relatório da empresa de segurança concluía que as pesquisas feitas no Yahoo! eram as que maior probabilidade tinham de levar os utilizadores a páginas perigosas. Os números apontavam para quatro em cada 100 pesquisas no Yahoo! conduzirem a sites de risco. Assim, as duas empresas decidiram juntar-se para um ambiente mais seguro na Net. A parceria foi anunciada na terça-feira, com o lançamento, ainda em versão beta, da ferramenta SearchScan, produzida a partir do conhecido SiteAdvisor da McAfee.O SearchScan detecta ameaças de spyware, adware ou outras ameaças, bem como os sites que podem estar a enviar spam e avisa os utilizadores com um triângulo vermelho e uma mensagem escrita.
A ferramenta pode ser utilizada por internautas nos EUA, Canadá, Reino Unido, França, Itália, Alemanha, Austrália, Nova Zelândia e Espanha, noticia a newsfactor.
O alerta acaba ser lançado pela Trend Micro: os utilizadores da tecnologia AdWords do Google podem estar a ser alvo de phishing.
Segundo um relatório da empresa de segurança electrónica, os utilizadores do AdWords têm recebido uma mensagem que informa de que o último pagamento para utilização do AdWords não foi feito com sucesso e pedem para que se proceda a novo pagamento.
O link remete para uma página alojada em servidores dispersos pelo Canadá, Brasil ou Roménia, entre outros e terá como principal propósito obter informação sensível dos utilizadores.
Rik Ferguson, da Trend Micro, conta que «o Google pode estar a ser vítima do seu sucesso», uma vez que começam a ser frequentes os ataques a páginas e serviços do Google, noticia o vnunet.com.
As associações empresariais consultadas pela Fundação para a Computação Científica Nacional (FCCN) indicaram, na última semana, que aprovam na generalidade as novas regras de atribuição de endereços na Internet terminados em “.pt”, cuja entrada em vigor foi adiada para que fossem consultados representantes do sector privado. O novo regime deixa de considerar obrigatório o registo de uma marca ou a existência de um nome de empresa semelhante.
A liberalização do registo de nomes de domínio em “.pt” foi uma das medidas Simplex definidas em 2007 e deveria entrar em vigor a 1 de Fevereiro, mas foi travada no final de Janeiro por uma recomendação do ministro da Ciência, Tecnologia e Ensino Superior, Mariano Gago.
Agora, Gago terá de decidir em que condições avançam estas novas regras, tendo em conta os pareceres da Associação Industrial Portuguesa (AIP), da Associação Empresarial de Portugal, da CCP-Confederação de Comércio e Serviços e da Associação de Consultores em Propriedade Industrial (ACPI) - que lhe foram entretanto remetidos pela FCCN, entidade portuguesa que gere os nomes de domínio em “.pt” e que está a coordenar este processo.
Na globalidade, indicaram ao PÚBLICO representantes das associações empresariais, as quatro concordam com o novo regime desenhado pela FCCN. A AIP afirma, por exemplo, que as regras “apontam numa direcção correcta para a difusão do domínio “.pt”; quanto à AEP, observa que “vai na esteira de outras medidas levadas a cabo pelo Governo integradas no [programa] Simplex”.
Mariano Gago considerou necessário ouvir o sector privado e quer esperar também pelo novo centro de arbitragem
O sistema estava pronto para avançar com um período inicial de três meses de sun rise, até Maio, durante o qual se manteriam em vigor regras ainda muito restritivas - uma medida sugerida pelo conselho consultivo da FCCN, para as empresas que o desejassem registarem os respectivos endereços na Internet, antes da entrada efectiva em vigor da liberalização.
Mariano Gago recomendou entretanto à fundação presidida por Pedro Veiga que consultasse representantes empresariais, por ser necessário “acautelar as eventuais consequências menos positivas do sistema agora proposto para as empresas e marcas registadas em Portugal”, indicou o ministro ao PÚBLICO, numa resposta escrita no final de Janeiro.
A entrada em funcionamento deste novo centro terá como um dos seus objectivos a resolução de casos de litígio no domínio e foi outra condição avançada pelo ministro, que está à beira de ficar resolvida.
Inês Sequeira
in Público, 23 de Fevereiro de 2008
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