Jul 4

A APREGI, Associação de Prestadores de Registos de Domínios e Alojamento, acaba de anunciar em comunicado que solicitou uma audiência ao Ministro da Ciência, Tecnologia e Ensino Superior (MCTES), Mariano Gago, para debater o atraso no processo de liberalização do processo de registo de domínio em .pt.

Ainda sem uma data concreta para a entrada em vigor das novas regras relativas ao registo do domínio .pt, o processo de liberalização continua pendente da aprovação do Ministro.

Recorde-se que facilitar o processo de registo do domínio nacional é uma medida inserida no Programa de Simplificação Administrativa e Legislativa (Simplex) que já devia estar a ser implementada desde o passado dia 1 de Maio.

De acordo com o comunicado da APREGI, «a liberalização do registo de domínios nos domínios de topo de cada país é uma tendência mundial, sendo Portugal um dos poucos países na Europa que ainda não promoveu esta evolução e, onde, consequentemente, o número de registos de domínios per capita é dos mais baixos da Europa».

Ainda de acordo com o Presidente da APREGI, António Miguel Ferreira, «o processo de liberalização do registo de domínios em .pt é indispensável para o desenvolvimento tecnológico do país (…) e para a identidade do próprio País na Internet».

Por enquanto, o registo de domínios em .pt – que é gerido pela FCCN – exige a propriedade de uma marca, denominação de produto ou firma, com designação similar ao domínio web que se pretende registar.

Quando a liberalização avançar, qualquer utilizador pode registar um domínio directamente em .pt, desde que este não se encontre atribuído, e não colida com qualquer das outras regras estabelecidas.

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Jun 29

Acabou a “ditadura” de .com, .net e companhia. O organismo que regula os endereços na Internet votou ontem o fim de algumas das históricas restrições no registo de domínios.

O ICANN (Internet Corporation for Assigned Names and Numbers) aprovou, por votação unânime dos vários membros, regras que prometem mudar o figurino da Internet: de ora em diante, indivíduos e empresas vão poder registar livremente qualquer sucessão de letras e/ou números e torná-la um domínio de topo.

Deste modo, os endereços da Net não têm de ficar organizados em conformidade com os domínios que o ICANN impôs há cerca de 25 anos (.com, para negócios e comércio; .net, .org para sites institucionais; ou .pt para identificar endereços de Portugal).

Com esta liberalização, “tudo” pode tornar-se um domínio de topo. Pelo que resta saber como vai reagir o mercado: vai haver nova corrida ao registo de endereços que contêm palavras comercialmente mais apelativas?

Talvez sim, ou talvez não. O ICANN já investiu cerca de 10 milhões de dólares no processo de liberalização dos domínios – mas prevê-se que, nos próximos tempos, a “factura” suba para os 20 milhões ou mesmo mais.

Paul Towmey, líder do ICANN, já fez saber que os custos da liberalização vão ser suportados pelas taxas de registo de novos registos, noticia a BBC.

Além disso, alguns membros do ICANN, apesar de apoiarem os novos regulamentos, defendem a necessidade de prevenir e evitar abusos, através da devida supervisão. Até porque o organismo que supervisiona os endereços de Internet a nível mundial também aprovou o registo de endereços em alfabetos asiático e arábico.

Futuramente, será votada uma proposta com vista à utilização de domínios em cirílico (alfabeto usado na Rússia e noutros países da Europa de Leste).

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Jun 25

Quinta-feira pode tornar-se o primeiro dia do resto da vida da Internet. Uma votação no organismo que supervisiona a Net promete mudar as regras de registos de domínios.

De acordo com notícia da BBC, a Internet Corporation for Assigned Names and Numbers (Icann) vai submeter a votação um projecto que visa eliminar boa parte das actuais restrições de registo e criação de domínios na Internet.
Hoje, a grande maioria dos domínios termina em sufixos relativos ao país de origem (“.pt”, “.br”, “.es”; “.uk”, entre outros).

A Icann pretende abrir o leque de domínios a outros sufixos que não tenham, obrigatoriamente, uma relação com a geografia ou a política.

Actualmente, os domínios “.com” ou “.org” já contemplam essa hipótese, mas os mentores das novas regras pretendem fomentar a total liberalização no que toca à criação de domínios. O que significa que qualquer associação de letras pode ser utilizada como um domínio – inclusive o polémico .xxx, que a indústria pornográfica tem vindo a solicitar e a ala conservadora do Icann tem vindo a rejeitar.

Para acautelar eventuais abusos, o projecto do Icann contempla ainda a formação de uma entidade supervisora que pode impedir a criação de domínios com conteúdos considerados nefastos ou outras situações irregulares.

O projecto prevê ainda a realização de leilões entre entidades que eventualmente disputem o mesmo domínio ou endereço.

A ser aprovado, o novo regulamento cria ainda as condições necessárias para a utilização de alfabetos cirílico ou islâmico.

fonte: Exame Informática

Jun 19

A MySpace revelou hoje que a sua interface com o utilizador vai ser redesenhada e terá novas funcionalidades já esta semana.

Os trabalhos vêm decorrendo há um ano. Hoje, a MySpace apresentou uma homepage redesenhada, com um novo leitor para o MySpaceTV e uma nova forma de navegação, entre outras alterações.

Pela primeira vez, a página splash, local de entrada principal para os utilizadores, foi redesenhada, com novos espaços para anunciantes, uma barra de navegação diferente, um editor de perfis que permite personalização total com HTML e um novo motor de pesquisa.

Tom Anderson, presidente da empresa, afirmou que «Isto é só o início, no Outono, esperamos dar a conhecer um MySpace completamente novo e remisturado».

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Jun 14

Com o acordo com a Microsoft aparentemente afastado de forma definitiva, a Yahoo anunciou ontem à noite uma aliança com a Google para a gestão da publicidade online. Este acordo era um dos cenários avançados para contrariar a intenção da empresa de Steve Ballmer de assumir o controle do portal Internet e poderá ajudar a acalmar os ânimos dos accionistas, descontentes com a falta de acordo com a Microsoft e o prémio financeiro que esta garantia pela compra das acções.

Depois de um reatamento de negociações em Maio, a Yahoo tinha anunciado também ontem que não tinha conseguido persuadir a Microsoft a renovar a sua oferta de 33 dólares por acção, o que terá levado a administração a desistir de qualquer tentativa de acordo posterior.

O acordo agora anunciado com a Google permite à Yahoo usar alguns anúncios pagos do Google nos seus sites dos Estados Unidos e Canadá. Segundo informação divulgada pela empresa, este acordo pode aumentar em 800 milhões de dólares as receitas da Yahoo, mas existe o receio de que as autoridades se oponham ao negócio dada a posição dominante da Google neste mercado.

Vários meios de comunicação internacionais afirmam que o acordo com a Google não foi suficiente para apaziguar a desilusão dos investidores, o que fez com que as acções da Yahoo perdessem 85 cêntimos, o que corresponder a 3,6 por cento do seu valor, após a abertura da sessão de bolsa esta manhã.

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Jun 11

Os responsáveis do Yahoo! e da Acresso chegaram a um acordo para distribuir a Yahoo Toolbar juntamente com o software InstallShield.

A Acresso tem uma base de 500 milhões de clientes, que vão ter a opção de instalar a Toolbar da Yahoo. O programa InstallShield é utilizado em 71 mil organizações, entre independentes e empresas. Um modelo semelhante é utilizado pela rival Google, com parcerias com a Adobe, Dell e o MySpace, noticia a Reuters.

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Jun 11

Uma nova ferramenta que permite aos utilizadores mostrar mensagens associadas aos vídeos que publicam no YouTube, destacando informações e dados adicionais sobre o ficheiro, acaba de ser disponibilizada pelo portal.

Chama-se YouTube Annotations mas, por enquanto, apenas está disponível para os utilizadores da versão em inglês do portal e apenas para os autores dos filmes que podem depois ver as suas mensagens aparecer no próprio ecrã do reprodutor vídeo, no local que escolherem. Para aceder a esta nova ferramenta, o utilizador deve entrar como membro já registado, clicar em Account, depois em Manage My Vídeos seguido de Videos, Favorites & Playlists. Uma vez aí, o utilizador deve escolher o vídeo pretendido e adicionar as notas, através da funcionalidade Annotate.

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Jun 4

A Adobe revelou hoje uma comunidade online à volta da aplicação Acrobat 9 que permite a utilização de um processador de texto tipo Word, o armazenamento de ficheiros e a sua partilha.

Este anúncio antecede a apresentação formal da versão 9 do Acrobat que vai ter novas capacidades como a integração de animações, mapas dinâmicos, encriptação a 256 bits e formulários melhorados.

O site Acrobat.com , ainda em fase beta, permite a utilização do processador de texto Buzzword para a concretização de documentos. O site estimula a colaboração ao disponibilizar uma ferramenta de conferência que permite o chat por vídeo, voz ou texto.

Os utilizadores podem albergar ficheiros no sistema e, depois, encontrarem-se com outros utilizadores em salas virtuais e partilharem esses dados. Também é possível converter até cinco ficheiros em PDF e converter vídeos nos formatos MOV e WMV para Flash que podem, depois, ser integrados em PDF.

O Acrobat 9 vai chegar às lojas nas próximas semanas em três versões.

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May 30

A Comissão Europeia acaba de anunciar o objectivo de, até 2010, garantir que 25% das instituições públicas, privadas e particulares passem a suportar as suas presenças online sobre o protocolo IPV6.

Recorde-se que a rede IPV6 pretende substituir o antigo IPV4 que hoje dá suporte à grande maioria dos endereços IP existentes em todo o mundo e cuja capacidade se encontra já próxima do limite.

O IPV4 é o protocolo IP usado desde 1984 e tem capacidade para suportar 4300 milhões de endereços, dos quais apenas 700 milhões ainda estão disponíveis, devendo estes esgotar rapidamente com o crescimento dos serviços associados à Internet.

Por seu lado, o IPV6 apresenta uma capacidade quase ilimitada de suporte de endereços e foi desenvolvido para comportar um conjunto de novas aplicações que são mais fáceis de gerir no novo sistema.

Para já, o exemplo mais significativo de utilização de IPV6 em Portugal, e no resto da Europa, é ainda a rede europeia de Internet e investigação, a GEANT, 100% compatível com o novo protocolo.

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May 24

Um pirata informático, querendo mostrar como os dados pessoais estão mal protegidos no Chile, recolheu informações sobre seis milhões de chilenos e publicou-as na Internet.

Os dados foram recolhidos apenas das páginas electrónicas de vários serviços públicos. Seis milhões de chilenos viram os seus números de bilhetes de identidade, moradas, números de telefone, informações académicas e dados da segurança social disponibilizados para qualquer pessoa na Internet, avança o El Pais.

O pirata recorreu a registos telefónicos, à Direcção-Geral de Mobilização Nacional, ao Serviço Eleitoral, ao Ministério da Educação e à Prova de Selecção Universal para recolher os dados. Publicou os dados em diversos sites, juntamente com uma nota onde explicava as suas intenções.

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