Em todo o Mundo, mil milhões de pessoas utilizam a Internet. O dado é avançado no CIA World Factbook. Portugal tem uma taxa de penetração inferior à média europeia.
Os utilizadores asiáticos dominam, com 37,4% (430 milhões de utilizadores), seguidos da América, com 29,2% (336 milhões) e Europa, com 25,2% (que representam 290 milhões).
A Oceânia apresenta a maior taxa de penetração de Internet, com 56,5% e África tem uma taxa de 4,6%, o que significa que «está três vezes abaixo da média mundial».
Por países, a Noruega tem a maior taxa de penetração, com 88%, enquanto Portugal tem 46,6% (a média europeia é de 50,4%).
A Comissão Europeia acaba de anunciar o objectivo de, até 2010, garantir que 25% das instituições públicas, privadas e particulares passem a suportar as suas presenças online sobre o protocolo IPV6.
Recorde-se que a rede IPV6 pretende substituir o antigo IPV4 que hoje dá suporte à grande maioria dos endereços IP existentes em todo o mundo e cuja capacidade se encontra já próxima do limite.
O IPV4 é o protocolo IP usado desde 1984 e tem capacidade para suportar 4300 milhões de endereços, dos quais apenas 700 milhões ainda estão disponíveis, devendo estes esgotar rapidamente com o crescimento dos serviços associados à Internet.
Por seu lado, o IPV6 apresenta uma capacidade quase ilimitada de suporte de endereços e foi desenvolvido para comportar um conjunto de novas aplicações que são mais fáceis de gerir no novo sistema.
Para já, o exemplo mais significativo de utilização de IPV6 em Portugal, e no resto da Europa, é ainda a rede europeia de Internet e investigação, a GEANT, 100% compatível com o novo protocolo.
Chama-se Universia, realiza-se de seis em seis meses, é uma feira de trabalho on-line e a mais recente edição totalizou 44.571 visitas durante as duas semanas em que decorreu.
Tendo atingido as 1010 vagas de trabalho qualificado, com 334 ofertas, a Universia contou a submissão de 9.500 currículos e 626.355 páginas vistas pelos utilizadores.
Pedro J. Monteiro, Director Geral do Universia Portugal revela-se bastante satisfeito com o sucesso da iniciativa: «Hoje que se fala tanto na precariedade do emprego e na necessidade de combater essa precariedade, o Universia Portugal apresenta ao país uma proposta interessante para os jovens finalistas recém licenciados e juniores profissionais».
A próxima edição da Universia vai realizar-se em Dezembro.
Um pirata informático, querendo mostrar como os dados pessoais estão mal protegidos no Chile, recolheu informações sobre seis milhões de chilenos e publicou-as na Internet.
Os dados foram recolhidos apenas das páginas electrónicas de vários serviços públicos. Seis milhões de chilenos viram os seus números de bilhetes de identidade, moradas, números de telefone, informações académicas e dados da segurança social disponibilizados para qualquer pessoa na Internet, avança o El Pais.
O pirata recorreu a registos telefónicos, à Direcção-Geral de Mobilização Nacional, ao Serviço Eleitoral, ao Ministério da Educação e à Prova de Selecção Universal para recolher os dados. Publicou os dados em diversos sites, juntamente com uma nota onde explicava as suas intenções.
No episódio “The Cooper-Hofstadter Polarization”, da impagável sitcom “The Big Bang Theory” os geeks estão reunidos, agitados, testando um experimento, onde roteiam um sinal TCP/IP em volta da Terra, passando por um monte de países até um computador comandando um relé, que acende e apaga um abajur na sala onde estão.
Penny, a vizinha “normal” não entende o motivo. Essa é a grande diferença entre geeks e gente normal. Geeks fazem as coisas para ver se é possível, e com isso acabam avançando o conhecimento, a tecnologia ou pelo menos se divertindo.
Agora um sujeito chamado Justin Wickett chegou quase lá.
Usando um programa no notebook para monitorar sua conta no Twitter, mais um sistema de automação doméstica, mais um celular montou uma gambiarra onde envia um SMS para o Twitter, reconhece o comando “bedroom light on” (ou off) e acende ou apaga a luz do quarto.
A sério, até tem um vídeo:
Control Lights with Twitter from Justin Wickett on Vimeo.
Inútil? Sim. Trabalhoso? Sim. Digno de vários pontos na escala geek? Com certeza.Fonte: Crunchgear
Este é mais um golpe onde mandam uma carta aleatória para a sua empresa junto de um folheto, afinal, sempre há o desavisado que não percebe que aquilo não é uma conta e acaba por pagar…
Neste até são criativos… Registaram o domínio br.com e estão a vender subdomínios dele, a dizer que é a nova tendência do mercado, pois eles exigem menos documentação.
Qual o preço? R$230 por um ano. Contra R$30 de um domínio .com.br ou U$$8.99 por um .com - e não é um domínio onde você tem todo o controlo, a qualquer hora a empresa pode fazer o que quiser com o seu site.
Sem contar que o custo para criar um subdomínio é praticamente zero, ele deveria custar no máximo metade do preço de um domínio de verdade…
Quem quiser dar uma olhada na última encarnação do excelente navegador que Steve Jobs não quer que você use, é só baixar. São prometidas melhorias significativas de velocidade e segurança, downloads com gerenciador e reiniciáveis, zoom de página inteira, novo gerenciador de plugins, e para desespero dos freetards, mais integração com o Windows, Vista e Mac OS X.
A lista é bem extensa, para ver todas as novidades, consulte este link. Em um teste preliminar posso dizer que ele está muito rápido. Mas um aviso: Use a instalação personalizada, do contrãrio ele usará o diretório-padrão e irá provavelmente sobreescrever sua instalação antiga. E este é um release candidate, não uma versão final.
Criação do Friend Connect é visto como uma medida inteligente por analista. A aposta do motor de pesquisa na área das aplicações de Web sociais surge numa altura em que as redes sociais MySpace e Facebook apresentaram ferramentas que permitem aos seus membros colocar os perfis e aplicações pessoais noutras páginas, nota a BBC.
De acordo com as palavras do director de engenharia do Google, David Glazer, «muitos sites não são explicitamente sociais e não querem necessariamente ser redes sociais, mas acabam por beneficiar devido ao facto de permitirem que os seus visitantes possam interagir entre si».
Em declarações à BBC, uma analista da Forrester, Charlene Li, defende que «o Google está a seguir o momento de tudo o que é social, mas acrescentando uma perspectiva diferente, não sendo a fonte da informação ou o dono de uma rede social, mas permitindo que alguém crie uma».
A base desta aplicação é a plataforma Open Social que permite a programadores externos ao Google criarem aplicações sociais.
Segundo o Google o Friend Connect vai permitir a qualquer pessoa que tenha um site incluir um código específico que vai acrescentar várias funcionalidades de Web social à página.
David Glazer considera que nos próximos tempos «as redes sociais se vão tornar mais generalizadas».
«Costumavam ser controladas, mas agora vão ser abertas e suportadas na infra-estrutura da Internet, [e] não apenas num site ou fonte», sublinhou.
Para Charlene Li está é uma «medida inteligente do Google que está a tentar assumir o papel do secretário-geral da ONU, ao fazer com que toda a gente se dê bem, colocando os dados onde os utilizadores querem e participa em standards abertos».
«Temos de nos lembrar que o Google não faz nada sem pensar muito no assunto, não apenas sobre como pode beneficiar uma grande comunidade, mas como pode beneficiar o Google», concluiu, sem deixar de referir o facto de 99 por cento dos sites actuais não terem funções sociais, o que representa uma enorme oportunidade de mercado para o Friend Connect.
Fonte: Sol
O Friend Connect é uma ferramenta do Google que permite integrar uma rede social facilmente em qualquer página da Internet.
A grande vantagem desta ferramenta é oferecer o código necessário para criar sistemas de login e de fóruns, sem que o utilizador tenha de ter um conhecimento profundo de programação, noticia a PC Pro.A possibilidade de login foi criada com o OpenID, o que permite aos utilizadores do Yahoo! e da AOL entrarem sem terem de criar um novo perfil. As restantes aplicações do Friend Connect também foram desenhadas código livre para encorajar os programadores a criarem novas ferramentas.
O programa ainda está em fase de testes, com o Google a aceitar um número restrito de utilizadores. O Friend Connect é anunciado alguns dias depois do MySpace e do Facebook terem anunciado sistemas semelhantes.
fonte: exame informática
Na próxima terça-feira a Microsoft vai disponibilizar quatro actualizações de segurança para vulnerabilidades detectadas nos produtos Office, Windows e OneCare, nomeadamente no Word, no Publisher e na Jet database. A informação é avançada pela própria empresa que catalogou três das falhas como “críticas” e uma como “moderada”.
Desta forma, na Patch Tuesday de 13 de Maio, serão lançadas as correcções a falhas que afectam o Office XP, 2000 e 2003, assim como a edição de 2007. As versões 2004 e 2008 para Mac também receberão correcções para vulnerabilidades críticas.
A terceira falha grave a corrigir na terça-feira foi detectada no Windows 2000, no XP e Server 2003. As versões Vista e Server 2008 ficam de fora desta actualização.
Por fim, o último patch, também o menos preocupante, destina-se aos produtos de segurança Windows Live Onecare, Windows Defender, Microsoft Antigen, Forefront Security e Standalone System Sweeper.