Na próxima terça-feira a Microsoft vai disponibilizar quatro actualizações de segurança para vulnerabilidades detectadas nos produtos Office, Windows e OneCare, nomeadamente no Word, no Publisher e na Jet database. A informação é avançada pela própria empresa que catalogou três das falhas como “críticas” e uma como “moderada”.
Desta forma, na Patch Tuesday de 13 de Maio, serão lançadas as correcções a falhas que afectam o Office XP, 2000 e 2003, assim como a edição de 2007. As versões 2004 e 2008 para Mac também receberão correcções para vulnerabilidades críticas.
A terceira falha grave a corrigir na terça-feira foi detectada no Windows 2000, no XP e Server 2003. As versões Vista e Server 2008 ficam de fora desta actualização.
Por fim, o último patch, também o menos preocupante, destina-se aos produtos de segurança Windows Live Onecare, Windows Defender, Microsoft Antigen, Forefront Security e Standalone System Sweeper.
Cibercriminosos estão a utilizar falsos ficheiros em Mp3 para espalhar malware. Podemos estar a assistir a uma das maiores vagas de vírus dos últimos anos.
A popularidade de filmes e músicas na Internet está a ser utilizada por cibercriminosos para lançarem ataques. Os ficheiros com código malicioso estão disfarçados de ficheiros .mp3 ou .mpeg e têm executáveis com nomes como “play_mp3.exe” que instalam adware no computador da vítima.
A vnunet noticia que, neste momento, ainda só foram reportados ataques a utilizadores do browser Firefox. Caso o utilizador não tenha o Firefox, é encorajado a instalá-lo.
Os especialistas da McAfee revelam que, nas últimas 24 horas, foram infectados 120 mil computadores. «É uma das piores ameaças que já vimos nos últimos três anos. Nunca detectámos uma ameaça tão significativa, disfarçada de um ficheiro de media», conta Craig Schmugar, da McAfee.
O alerta acaba ser lançado pela Trend Micro: os utilizadores da tecnologia AdWords do Google podem estar a ser alvo de phishing.
Segundo um relatório da empresa de segurança electrónica, os utilizadores do AdWords têm recebido uma mensagem que informa de que o último pagamento para utilização do AdWords não foi feito com sucesso e pedem para que se proceda a novo pagamento.
O link remete para uma página alojada em servidores dispersos pelo Canadá, Brasil ou Roménia, entre outros e terá como principal propósito obter informação sensível dos utilizadores.
Rik Ferguson, da Trend Micro, conta que «o Google pode estar a ser vítima do seu sucesso», uma vez que começam a ser frequentes os ataques a páginas e serviços do Google, noticia o vnunet.com.
Um Manifesto/Petição contra o Acordo Ortográfico circula, desde sexta-feira, na Internet assinado por 19 personalidades portuguesas ligadas à cultura, política e economia que acusam a actual reforma da língua de ser «mal concebida», «desconchavada», «perniciosa» e «desnecessária».
Os signatários sustentam que o Acordo Ortográfico não tem condições para servir de base a qualquer proposta legal e convidam todos os utilizadores portugueses a assinarem a petição.
O manifesto está assinado por nomes como Eduardo Lourenço, José Pacheco Pereira, Mário Cláudio, Paulo Teixeira Pinto, Vasco Graça Moura ou Zita Seabra.
Recorde-se que a Assembleia da República debate no próximo dia 15 de Maio uma proposta de resolução do Governo que poderá determinar a ratificação do Acordo Ortográfico pelo Estado Português
Os interessados poderão assinar a petição a partir daqui.
E a nona mais barata, diz o relatório Explaining International Broadband Leadership que analisou os acessos à Internet em 30 países da OCDE (Organização para a Cooperação e Desenvolvimento Económico).
Em comunicado enviado à imprensa, o gabinete coordenador do Plano Tecnológico do Governo português refere que este ranking se baseia na média da velocidade de downloads em Mbps (megabits por segundo) e no preço mensal mais baixo em dólares norte-americanos.
Por isso, explica o gabinete coordenador do Plano Tecnológico, «Portugal sobe quatro lugares em relação ao posicionamento obtido no ranking da OCDE e obtém um score acima da média, tendo em conta os países considerados».
Ainda assim, o mesmo gabinete critica o estudo pelo facto de não considerar «para efeitos de mediação na penetração de banda larga os acessos móveis, facto que penaliza fortemente Portugal».
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